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domingo, 27 de junho de 2010

Governo e Oi negociam parceria em satélite

Depois de ressuscitar a Telebrás para gerir o Plano Nacional de Banda Larga, o governo Lula estuda parceria com a Oi para lançar um satélite brasileiro de uso militar e comercial. O custo do projeto é estimado em R$ 710 milhões, informam Elvira Lobato e Valdo Cruz.

A proposta foi apresentada a Lula pelos acionistas controladores da tele, e o presidente gostou da ideia.
Segundo assessores presidenciais, a parceria é vantajosa diante do custo elevado. Além disso, dizem eles, um satélite de uso exclusivo da União ficaria ocioso, e a Oi tem a simpatia do Planalto por ser brasileira.
O país não tem satélite de controle totalmente nacional. Sua construção é defendida por militares e órgãos que cuidam de dados sigilosos, como a Receita.

domingo, 16 de maio de 2010

Google para de vender seu celular pela internet

O Google anunciou nesta sexta-feira (14) que vai parar de vender o seu celular, o Nexus One, diretamente para os consumidores pela internet, sem a intermediação das operadoras de telefonia – esse era um dos pontos-chave da empresa para o aparelho, lançado em janeiro deste ano. A realidade é que o produto tem apresentado problemas de competição com rivais como o iPhone, da Apple, e o Blackberry, da RIM, em parte pela falta de apoio de grandes companhias telefônicas.
Em um post no blog oficial da empresa, Andy Rubin, vice-presidente de engenharia da empresa, diz que a loja online do aparelho acabou servindo apenas como "um nicho para aficionados por tecnologia".
– Está claro que muitos consumidores gostam de pegar no aparelho antes de comprar um telefone e também querem várias opções de plano das operadoras para fazer sua escolha. 
Quando o Google lançou o aparelho, que roda com o sistema operacional Android e é fabricado pela empresa taiwanesa HTC, deu aos consumidores a opção de comprar o telefone pela internet e depois contratar uma operadora. Mas duas grandes companhias americanas, a Sprint e a Verizon Wireless, decidiram não oferecer serviços para o aparelho, o que deixou o Google sem saída. Agora, o Nexus One poderá ser comprado apenas "pelos canais de venda existentes atualmente", como as lojas das operadoras.
A empresa não divulgou dados sobre as vendas do aparelho, mas dados de pesquisas indicam que o volume é bem menor do que o alcançado por concorrentes como o iPhone ou o Droid, da Motorola. O produto deve chegar ao Brasil no segundo semestre deste ano.

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Top 10 - Mais buscados na Internet

segundo o Yahoo! Brasil

  1. Deborah Secco
  2. Jesus Luz
  3. Angélica
  4. Lotomania
  5. Sea World
  1. Big Brother Brasil
  2. Vancouver
  3. Shakira
  4. Wanessa CAMARGO (sempre Camargo)
  5. Jogos Do Mario

Chip de papel identifica doenças e custa só R$ 0,01


George Whitesides, químico da Universidade de Harvard, criou o protótipo de um chip feito de papel que poderá ajudar a diagnosticar Aids, malária, tuberculose e outras doenças por apenas R$ 0,01, revelou nesta quinta-feira (25) a rede de TV CNN. 

Uma gota de sangue pingada em um lado do chip resulta em uma imagem colorida na forma de uma árvore que revela aos médicos se a pessoa tem alguma doença. 

Uma tinta à prova d’água usada em gibis ajuda a direcionar o sangue para que forme o padrão em árvore – para isso, várias camadas de papel tratado reagem com o sangue, criando cores reveladoras. 

Whitesides disse que as cores também identificam a gravidade de uma doença. E que o chip pode se tornar uma ferramenta barata de diagnósticos para países em desenvolvimento, que costumam ter falta de médicos e de clínicas. 

Pacientes na África e na Ásia poderão tirar fotos do resultado de seus diagnósticos com o celular – aparelho que já se tornou popular até nas regiões mais pobres do mundo. 

Depois, é só enviá-las para centros médicos para diagnósticos mais precisos.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Impressora a lápis - Por um Planeta Sustentável

Por mais ecológica que uma pessoa seja, ela não consegue usar um lápis comum até o final. E os toquinhos de grafite vão se acumulando em gavetas, se perdendo pela casa ou indo mesmo para o lixo comum - pois madeira e grafite ainda não se costumam reciclar no Brasil. Ao mesmo tempo, casas e escritórios sofrem com o excesso de papéis que, inevitavelmente, precisam ser impressos, mas têm vida curta. A folha, com tinta, serve, no máximo, para alguns rabiscos e anotações sem muita importância. Nos dois casos, podemos enxergar milhões de árvores sendo cortadas a mais, pois seus produtos são subaproveitados.

Para resolver os dois problemas de uma só vez, o designer Hoyoung Lee imaginou uma 
impressora que usa grafite em vez de tinta para imprimir em papel. Um mecanismo elétrico consegue triturar pequenos lápis, separando o grafite da madeira.
Além de economizar tinta, a Pencil Printer tem outra vantagem. Se o usuário encontrar um erro no meio do texto, não precisa imprimir tudo de novo. A impressora teria a capacidade de apagar frases e sequências de texto, imprimindo o conteúdo correto por cima. E quando a impressão não for mais útil, ainda seria possível apagar tudo e reutilizar a folha para novas impressões.